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Céus Deixai Cair o Orvalho

Entrada 4º Domingo o Advento

 

Céus deixai cair o orvalho
L.: Missal Romano Is 45,8 + Sl 18A(19)
M.: Frei Wanderson Luiz Freitas, O. Carm.

Antífona de Entrada: Céus, deixai cair o orvalho, as nuvens façam chover o justo; abra-se a terra, e deixe germinar o Salvador! (Cf. Is 45, 8)

 

 


Céus, deixai cair o orvalho,
nuvens, chovei o Justo;
abra-se a terra
e bro-te o Sal-va-dor!
1. Os céus proclamam a glória do Senhor
e o firmamento a obra de suas mãos;
o dia ao dia transmite esta mensagem,
a noite à noite publica esta notícia.
Céus, deixai cair o orvalho,
nuvens, chovei o Justo;
abra-se a terra
e bro-te o Sal-va-dor!
2. Não são discursos nem frases ou palavras,
nem são vozes que possam ser ouvidas;
seu som ressoa e se espalha em toda a terra,
chega aos confins do universo a sua voz.
Céus, deixai cair o orvalho,
nuvens, chovei o Justo;
abra-se a terra
e bro-te o Sal-va-dor!
3. Armou no alto uma tenda para o sol;
ele desponta no céu e se levanta
como um esposo do quarto nupcial,
como um herói exultante em seu caminho.
Céus, deixai cair o orvalho,
nuvens, chovei o Justo;
abra-se a terra
e bro-te o Sal-va-dor!
4. De um extremo do céu põe-se a correr
e vai traçando o seu rastro luminoso,
até que possa chegar ao outro extremo
e nada pode fugir ao seu calor.
Céus, deixai cair o orvalho,
nuvens, chovei o Justo;
abra-se a terra
e bro-te o Sal-va-dor!

 

 


 

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