Exulte o céu e os anjos triunfantes

Exulte o céu e os anjos triunfantes

Proclamação da Páscoa (Precônio Pascal)

 

Olá amigos!

Trago a vocês a proclamação da Páscoa na sua forma longa, completa, como está no missal.

Conforme falo no vídeo, este canto dividiremos em três partes:

Primeira compreende as 5 primeiras estrofes *(lembrando que 4 e 5 cabem somente ao padre ou diácono).

Segunda compreende a parte feita pelo padre e o povo junto com o coro responde.

Terceira, a cada duas estrofes cantamos o refrão.

 

1. Exulte o céu e os anjos triunfantes, mensageiros de Deus, desçam cantando; façam soar trombetas fulgurantes, a vitória de um Rei anunciando. 2. Alegre-se também a terra amiga, que em meio a tantas luzes resplandece: E, vendo dissipar-se a treva antiga, ao sol do eterno Rei brilha e se aquece. 3. Que a mãe Igreja alegre-se igualmente, erguendo as velas deste fogo novo e escutem, reboando de repente, o aleluia cantado pelo povo.  *4. E vós, que estais aqui, irmãos queridos,  em torno desta chama reluzente, erguei os corações, e assim unidos  invoquemos a Deus onipotente. *5. Ele, que por seus dons nada reclama,  quis que entre os seus levitas me encontrasse:  para cantar a glória desta chama,  de sua luz um raio me traspasse!  (2ª parte) *O Senhor esteja convosco! Ele está no meio de nós!  Corações ao alto!  O nosso coração está em Deus! Demos graças ao Senhor nosso Deus! É nosso dever e nossa salvação! (3ª parte) 1. Sim, verdadeiramente é bom e justo cantar ao Pai de todo o coração e celebrar seu Filho Jesus Cristo, tornado para nós, um novo Adão.  2. Foi Ele quem pagou do outro a culpa, quando por nós à morte se entregou. Para apagar o antigo documento, na cruz todo o seu sangue derramou! Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira. 3. Pois, eis, agora a Páscoa, nossa festa, em que o real cordeiro se imolou. Marcando nossas portas, nossas almas, com seu divino sangue nos salvou. 4. Esta é, Senhor, a noite em que do Egito retirastes os filhos de Israel, transpondo o Mar Vermelho a pé enxuto, rumo à terra onde correm leite e mel.  Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira. 5. Ó noite em que a coluna luminosa as trevas do pecado dissipou, e aos que creem no Cristo em toda a terra, em novo povo eleito congregou! 6. Ó noite em que Jesus rompeu o inferno, ao ressurgir da morte vencedor; de que nos valeria ter nascido, se não nos resgatasse em seu amor? Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira.  7. Ó Deus, quão estupenda caridade vemos no vosso gesto fulgurar; não hesitais em dar o próprio Filho, para a culpa dos servos resgatar. 8. Ó pecado de Adão, indispensável, pois o Cristo o dissolve em seu amor. Ó culpa tão feliz que há merecido a graça de um tão grande Redentor.  Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira.  9. Pois esta noite lava todo crime, liberta o pecador dos seus grilhões. Dissipa o ódio e dobra os poderosos, enche de luz e paz os corações. 10. Ó noite de alegria verdadeira que prostra o faraó, e ergue os hebreus Que une de novo o céu à terra inteira pondo na treva humana a luz de Deus.  Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira.  11. Na graça desta noite o vosso povo acende um sacrifício de louvor: Acolhei, ó Pai Santo, o fogo novo; não perde ao dividir-se o seu fulgor. 12. A cera virgem da abelha generosa ao Cristo ressurgido trouxe a luz. Eis de novo a coluna luminosa, que o vosso povo para o céu conduz.  Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira.  13. O círio que acendeu as nossas velas possa esta noite toda fulgurar; misture sua luz à das estrelas, cintile quando o dia despontar.  14. Que ele possa agradar-vos como o Filho, que triunfou da morte e venceu o mal. Deus que acende a todos no seu brilho e um dia voltará, sol triunfal. Ó noite de alegria verdadeira que une de novo o céu à terra inteira.